Troca de acusações marca início de gestão em Caarapó
A atual prefeita de Caarapó, Lourdes Portugal, usou suas redes sociais na última sexta-feira (10) para se pronunciar sobre as finanças do município, destacando um suposto rombo de R$ 35 milhões deixado pela gestão anterior.
Em um vídeo publicado em seu perfil, a prefeita afirmou que, logo no primeiro dia de trabalho, foi surpreendida com protestos relacionados a dívidas, entre elas, a maior, no valor de R$ 23.213.238,13, com o fundo de previdência dos trabalhadores municipais.
"“Pessoal, assumi a prefeitura e me deparei com uma verdadeira bomba: dívidas de + R$ 35 milhões deixada pela antiga gestão. Dívidas que mancharam o nome da nossa cidade, atrasos em salários, previdência, plano de saúde e fornecedores", disse a prefeita.
Ela também pediu paciência e união da população para enfrentar a situação e enfatizou que a administração está empenhada em resolver o problema.
“Estamos trabalhando dia e noite para organizar essa situação e devolver a dignidade financeira de Caarapó. Peço paciência, união e confiança. Juntos, com muito esforço e fé, vamos superar esse momento e reconstruir nossa cidade. O desafio é grande, mas tenho certeza de que com Deus à frente, colheremos os frutos do nosso trabalho”, postou.
Em resposta às declarações da atual prefeita, o ex-prefeito André Nezzi se manifestou, contestando as acusações e negando a alegação de que a gestão anterior tenha deixado um rombo de R$ 35 milhões.
Nezzi criticou, ainda, a postura da prefeita em relação às nomeações de cargos comissionados e apontou possíveis casos de nepotismo.
Em sua postagem, ele afirmou: “Passando para esclarecer as inverdades e as distorções ditas pela atual prefeita de como recebeu as finanças do município. Também para questionar o recorde de nomeações em cargos comissionados em apenas 10 dias, além dos casos descarados de nepotismo e falta de critério técnico nessas escolhas.”
Nezzi também tratou de um ponto específico mencionado pela prefeita, sobre a dívida com fornecedores. O ex-prefeito afirmou que, ao assumir o cargo, também encontrou protestos, mas que procurou renegociar as dívidas. "Os que estavam corretos, fomos pagando. Os que não estavam, procuraram a Justiça", afirmou.
Além disso, ele rebateu a alegação sobre a dívida com o fundo de previdência, afirmando que o montante de R$ 23 milhões que a prefeita citou se refere a parcelamentos de dívidas anteriores. “Desses 35 supostamente que ela alega, R$ 23 milhões é a mesma conversa fiada da previdência, que estão parcelados por lei, aprovados, e todo município faz igual. Essas dívidas vem se arrastando ano após ano."
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