Política | Da Redação | 07/06/2026 07h06

Na Paulista, sul-mato-grossenses entram na guerra cultural e desafiam Erika Hilton

Compartilhe:

Duas representantes de Mato Grosso do Sul estiveram entre as participantes da 1ª Marcha pelo Lugar da Mulher, realizada neste domingo (31), na Avenida Paulista, em São Paulo. A empresária Juliana Gaioso e a comunicadora Keliana Fernandes integraram o grupo de mulheres conservadoras que defenderam a preservação dos espaços femininos e fizeram críticas às pautas ligadas à identidade de gênero.

O ato reuniu participantes de diferentes estados brasileiros em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP) e teve como principal bandeira a defesa do que as organizadoras classificam como o “lugar da mulher no corpo, na lei e na vida”. A manifestação também contou com a presença de homens e pessoas trans alinhados às pautas defendidas pelo movimento.

Em publicação nas redes sociais após o evento, Juliana Gaioso afirmou que participou da mobilização ao lado de mulheres de diversas regiões do país para defender “os direitos das mulheres e os espaços femininos”. Segundo ela, a discussão envolve temas como segurança, privacidade e proteção de meninas e mulheres em ambientes exclusivos do público feminino.

Durante sua participação, Juliana também direcionou críticas à deputada federal Erika Hilton e afirmou ter lançado um desafio à parlamentar sobre o tema debatido durante a manifestação.

Keliana Fernandes também utilizou as redes sociais para destacar sua participação no ato. Segundo ela, a manifestação representou um posicionamento de mulheres que rejeitam o que consideram uma descaracterização da identidade feminina. Em seu discurso, a comunicadora afirmou que desafia os homens brasileiros a valorizarem suas famílias e protegerem mulheres e crianças.

A sul-mato-grossense ainda direcionou críticas a Erika Hilton, afirmando que a parlamentar não representa milhões de mulheres brasileiras. Para Keliana, o ato teve caráter de resistência e defesa dos direitos das mulheres.

A marcha foi organizada por lideranças conservadoras e ganhou repercussão nacional ao reunir ativistas, influenciadoras e representantes de movimentos que questionam mudanças legislativas e terminologias adotadas em debates sobre identidade de gênero. As organizadoras classificaram o evento como o início de uma mobilização permanente em defesa dos direitos femininos e da maternidade.

VEJA MAIS
Compartilhe:

PARCEIROS