Estudantes da UFMS realizam protesto contra aumento no valor da refeição do restaurante universitário
A Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) anunciou nesta semana um aumento no valor da refeição distribuída pelo Restaurante Universitário (RU). O preço para estudantes de baixa renda, que antes era de R$ 2,50, agora é de R$ 3,00. Os demais estudantes, que pagavam R$ 4,50 pela refeição, agora devem pagar R$ 15,00. A decisão foi tomada após reunião entre a Pró-reitoria de Assuntos Estudantis (Proades) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE).
O aumento no valor da refeição incentivou a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União da Juventude Socialista (UJS), juntamente com demais estudantes, a mobilizarem uma manifestação na manhã desta quarta-feira (30), em frente à Reitoria da universidade. O lema da manifestação é “Por uma UFMS sem fome. Ato contra o aumento do RU. #15 é demais”.
O Restaurante Universitário, que está interditado desde o início das aulas por causa de reformas, deve ser entregue na segunda semana de abril. Enquanto permanece fechado, os estudantes recebem assistência do DCE, que recebeu a doação de um micro-ondas pela Associação dos Docentes da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (Adufms). Os acadêmicos também têm o apoio dos Centros Acadêmicos (CA’s), que disponibilizam micro-ondas e geladeiras para os que precisam conservar ou esquentar marmitas caseiras.
A adufms argumentou que outras alternativas estão em análise para que os estudantes de baixa renda possam se alimentar durante o intervalo das aulas.
A nova empresa alimentícia licitada pela UFMS estaria cobrando a mais pelo contrato, o que provocou um aumento no subsídio do Plano Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes). A universidade informou em nota publicada nesta segunda-feira (28) que 83,7% dos estudantes serão subsidiados pela própria instituição, porque possuem renda per capita de até um salário mínimo e meio (1,5), situação que os tornam elegíveis ao Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal.
Em nota compartilhada através das redes sociais, os CA’s afirmam que “repudiam o descaso da Universidade com o restante dos alunos”. Eles também esclarecem que compreendem a escolha da universidade de priorizar estudantes em vulnerabilidade social e prezar pela sua segurança alimentar, no entanto, o valor estabelecido para os demais estudantes é inadmissível.
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